Lorena González : “O estudo do português para mim foi como redescobrir a minha própria língua”

Valentim Fagim entrevista Lorena González, quem teve na língua dos seus professores um apoio para apostar no uso do galego. É perita em micro-poluentes de muitos teores. É fã da Escola de idiomas e julga que é no ensino formal, entre crianças e adolescentes, onde se deve focar a estratégia reintegracionista.

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Luís Fontenla : “No caso de existir hoje o MDL acho que estaria a fazer o trabalho que a AGAL faz”

Valentim Fagim entrevista Luis Fontenla, que nasceu num berço de galego internacional e foi ativista em muitos coletivos, entre eles o MDL. Mora na rural e tem esperanças para ele. É pai e adora o projeto Semente. O seu programa linguístico para 2040 é ambicioso mas talvez o único possível.

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Joana Palha : “A AGAL, para mim, é uma associação muito tolerante, com ideias muito inovadoras e originais”

Valentim Fagim entrevista a nova sócia da AGAL, Joana Palha, portuguesa, mulher de formação de letras com interesse polos monstros e o grotesco na literatura. Julga que o teatro pode ser uma elo de interação entre a sociedade galega e portuguesa. Estudou galego num curso de verão do Ilg embora na rua fosse comum que lhe falassem em castelhano. Quer um relacionamento fluído a ambos lados da fronteira administrativa sem barreiras imaginárias.

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Luzia Budinho : “Realmente o galego-português medieval nom se subdividiu em duas línguas diferentes, senom que por questons geopolíticas surgirom as distintas variedades tópicas atuais”

Como imaginas a Galiza de 2030? esta é uma das perguntas que muitas vezes fazemos às pessoas que entrevistamos. Entrevistamos Luzia Budinho, moça da Arçua de 17 anos, e recebemos umas quantas lições.

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